O Botafogo está exigindo o pagamento de R$ 1 milhão do Vitória em virtude da compra do atacante Janderson. O valor é referente a uma parcela de R$ 500 mil, que teria vencido em dezembro, e outra de igual quantia, vinculada a metas alcançadas pelo jogador no clube baiano. No entanto, o presidente do Vitória, Fábio Mota, refutou a cobrança, alegando que o pagamento da transferência foi feito de maneira integral, à vista, e que não há qualquer débito em aberto.
Cobrança de R$ 1 milhão
A negociação envolvendo Janderson, que chegou ao Vitória no ano passado, tem sido motivo de controvérsia. O atacante disputou 46 partidas entre 2024 e 2025, marcando dez gols e fornecendo quatro assistências. Segundo o Botafogo, o valor restante da negociação está dividido em duas parcelas: uma de R$ 500 mil, com vencimento em dezembro, e outra de R$ 500 mil, que seria vinculada ao cumprimento de metas estabelecidas durante o contrato. A cobrança foi formalizada recentemente, o que gerou um impasse entre os dois clubes.
Presidente do Vitória nega a dívida
Fábio Mota, presidente do Vitória, foi enfático em negar qualquer débito. Em uma declaração, Mota afirmou que a transação de Janderson foi concluída por R$ 5 milhões e que o pagamento foi feito à vista, sem pendências. “Desconheço qualquer parcela em atraso“, disse o dirigente, colocando em dúvida a alegação do Botafogo e contestando o valor cobrado.