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Jovens cientistas criam goma de hibisco para auxiliar no controle da hipertensão

Produto busca oferecer alternativa natural e acessível para saúde cardiovascular
jovens cientistas criam goma para hipertensão
Foto: Reprodução/ assessoria

A hipertensão arterial é uma condição que afeta aproximadamente 60 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde. Pensando nisso, um grupo de estudantes do Colégio Estadual Professora Aurivaldina Joazeiro, em Itamaraju, desenvolveu uma goma funcional à base de hibisco para auxiliar no controle da pressão arterial. A ideia surgiu quando Juliana Thayslen Carvalho percebeu que sua avó enfrentava dificuldades devido à doença e decidiu buscar uma solução natural e prática.

O desenvolvimento do projeto

Com o apoio do professor Guilherme Chile, os estudantes Juliana Thayslen, Isabelle Lima, Izaque Jesus, Kamilly Lisboa, Larissa Paz e Raquemilly Melgaço iniciaram pesquisas sobre plantas com propriedades anti-hipertensivas. Entre os ingredientes escolhidos, destacam-se o hibisco, a passiflora, a valeriana e a camomila, conhecidos por seus efeitos relaxantes e antioxidantes.

De acordo com Juliana, a escolha do hibisco como ingrediente principal foi baseada em sua capacidade de reduzir naturalmente a pressão arterial ao auxiliar na eliminação do excesso de líquidos do corpo, reduzindo o volume sanguíneo e a pressão sobre as artérias. A passiflora, por sua vez, possui propriedades sedativas leves que ajudam no relaxamento dos vasos sanguíneos, enquanto a camomila atua com efeito antioxidante e anti-inflamatório.

Testes e eficiência do produto

Para avaliar a funcionalidade da goma, foram realizados testes que indicaram um efeito duradouro de aproximadamente seis horas. O objetivo agora é aprofundar os estudos para refinar a fórmula e validar cientificamente os benefícios do produto.

O projeto conta com o suporte da Secretaria da Educação (SEC) e tem o potencial de oferecer uma alternativa natural e acessível para o controle da hipertensão. Os jovens cientistas esperam ampliar as pesquisas e, futuramente, transformar a goma de hibisco em um produto comercializável, tornando o tratamento mais fácil e agradável para milhões de pessoas que convivem com a doença.

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