Os consumidores baianos enfrentam o primeiro aumento de custos de 2026 a partir desta sexta-feira (2). O Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas) confirmou que o botijão de 13kg ficará, em média, R$ 5 mais caro em todo o estado. O reajuste reflete mudanças tributárias e elevação nos custos de produção da Refinaria de Mataripe.
O aumento decorre, principalmente, da nova alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Uma decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) elevou o imposto sobre o quilo do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de R$ 1,39 para R$ 1,47. Apenas essa variação tributária adiciona R$ 1,04 ao custo final de cada botijão.
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Acelen e custos operacionais
Além da carga tributária, o preço do gás fornecido pela Acelen, administradora da Refinaria de Mataripe, também subiu. O sindicato aponta que a combinação do novo preço de suprimento com o recente aumento salarial da categoria forçou o repasse imediato aos clientes.
Os revendedores explicam que o ajuste busca equilibrar as margens de lucro das empresas distribuidoras diante da escalada de custos operacionais e logísticos. Com a nova precificação, o baiano deve pesquisar preços, já que o valor final pode variar conforme o bairro e a modalidade de entrega.


