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Gás de cozinha ficará 7,8% mais barato para distribuidoras a partir de 1º de fevereiro

Redução anunciada pela Petrobras beneficia o GNV e o setor industrial; valor do gás de cozinha (GLP) não sofre alteração nesta atualização trimestral
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28/01/2026
gás de cozinha
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
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A Petrobras confirmou nesta terça-feira (27) uma nova redução no custo do gás natural vendido às distribuidoras. A partir de 1º de fevereiro de 2026, o preço médio da molécula sofrerá uma queda de 7,8% em relação ao trimestre anterior. Com este ajuste, a estatal acumula uma redução real de aproximadamente 38% no valor do insumo desde dezembro de 2022.

A atualização trimestral segue as fórmulas contratuais que consideram variações do petróleo Brent, a taxa de câmbio (Dólar) e o Henry Hub — referência do mercado norte-americano que passou a integrar os contratos de diversas distribuidoras brasileiras no início deste ano.

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Impacto Diferenciado: GNV vs. GLP

É fundamental que o consumidor esteja atento às distinções entre os tipos de gases comercializados:

  • Gás Natural (GNV e Industrial): Terá o alívio de 7,8% no preço de venda da Petrobras. O reflexo nas bombas para os motoristas que utilizam o kit gás dependerá das margens dos postos e impostos.
  • Gás de Cozinha (GLP): Esta medida não impacta o preço do botijão de 13kg (GLP), que possui uma política de precificação distinta e não está vinculado a este ajuste trimestral do gás natural.

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Composição do preço final

A Petrobras ressaltou que a redução de 7,8% refere-se apenas à parcela da molécula de gás. O valor final pago pelo consumidor nos postos de GNV ou pelas indústrias depende de fatores externos, como:

  • Custos de transporte e logística;
  • Margens de lucro das distribuidoras e postos de revenda;
  • Tributos estaduais (ICMS) e federais;
  • Tarifas aprovadas pelas agências reguladoras estaduais.

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