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Estudantes de Nazaré garantem classificação em Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais

Equipes orientadas por professores da unidade estadual avançam na competição que valoriza as matrizes africanas e indígenas
Por:
13/02/2026
alunos Nazaré
Foto: Divulgação
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O talento e o engajamento dos estudantes do Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho, localizado em Nazaré, ganharam projeção nacional nesta semana. Grupos formados por alunos da instituição garantiram a classificação para as próximas etapas da segunda edição da Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais, Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas.

O resultado, que celebra a dedicação à pesquisa e ao pensamento crítico, confirmou o avanço de duas equipes da unidade: a Abolicionista Vicente de Souza e a Poeta José Bonfim. Sob a orientação dos professores Lucas Campos e Felipe Santos, os estudantes mergulharam em estudos sobre identidade e diversidade, cumprindo rigorosamente as atividades previstas no regulamento nacional.

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Formação crítica e combate ao racismo

A competição não foca apenas em conteúdos teóricos, mas busca transformar o ambiente escolar em um espaço de desconstrução de preconceitos. A olimpíada incentiva:

  • Valorização das Matrizes: O estudo profundo das raízes africanas e indígenas que formam a base da sociedade brasileira.
  • Enfrentamento do Racismo: Discussões práticas sobre como combater o racismo estrutural no cotidiano e em contextos sociais amplos.
  • Identidade e Pluralidade: O estímulo para que o jovem estudante se reconheça como parte fundamental de uma sociedade democrática e diversa.

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Para a direção e coordenação pedagógica do Colégio Luiz Viana Filho, o desempenho das equipes é o reflexo de um projeto de ensino comprometido com a inclusão. A gestão escolar destacou que o suporte oferecido aos professores e alunos foi essencial para que o colégio reafirmasse sua proposta de promover uma educação voltada para a cidadania.

A certificação obtida nesta etapa é vista pela unidade não apenas como um título acadêmico, mas como um símbolo de resistência e fortalecimento da escola pública como um ambiente de construção de uma sociedade mais justa.

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