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Polícia Civil investiga Pedro, do BBB 26, por suspeita de importunação sexual contra Jordana

Delegacia da Mulher (Deam) analisa imagens após Tadeu Schmidt confirmar que brother seria expulso caso não tivesse desistido; Globo rompe contrato com o participante
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19/01/2026
Pedro na despensa com Jordana
Foto: Reprodução/TV Globo
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou, nesta segunda-feira (19), a abertura de um inquérito para investigar o ex-participante Pedro, do Big Brother Brasil 26, sob suspeita de importunação sexual. O caso, ocorrido na noite de domingo (18), envolve a participante Jordana e resultou na saída abrupta do vendedor ambulante do reality show.

Embora Pedro tenha apertado o botão de desistência, o apresentador Tadeu Schmidt revelou ao público, durante a edição ao vivo, que a produção já havia decidido pela expulsão do competidor devido à gravidade do relato de Jordana. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, que deve analisar a íntegra das imagens da despensa e intimar o suspeito para prestar depoimento nos próximos dias.

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Em seu último depoimento no confessionário antes de deixar a casa, Pedro admitiu ter tentado beijar a colega, alegando ter “entendido errado” os sinais.

“Eu tava faz dias já querendo me segurar, pra não ficar olhando os outros, cobiçando os outros. As meninas, a Jordana principalmente, porque ela é muito parecida com a minha esposa. E daí hoje eu acabei caindo nisso, olhei pra ela, cobicei ela, desejei ela. E achei que ela tinha dado moral também, tinha sido recíproco, mas pelo que eu vi era só coisa da minha cabeça. Que ela falou ‘vamos ali procurar um baby liss ‘(…). E daí a gente chegou na despensa e eu tentei beijar ela. Entendi errado, não era isso que ela queria”, declarou o ex-brother, citando ainda que Jordana o lembrava fisicamente sua esposa.


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A postura da TV Globo diante do episódio foi de tolerância zero. A emissora rompeu o contrato com Pedro, baseando-se em cláusulas rígidas para casos de má conduta e expulsão. O agora ex-participante perdeu todos os benefícios do programa e recebeu apenas o auxílio para retornar a Curitiba (uma passagem e uma diária de hotel). De acordo com o colunista Lucas Pasin, quaisquer custos adicionais de permanência no Rio de Janeiro para responder à justiça deverão ser custeados pelo próprio investigado.

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