A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou, nesta sexta-feira (6), o indiciamento de Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB 26, pelo crime de importunação sexual. A investigação, conduzida pela Deam de Jacarepaguá, apurou a conduta do ex-brother em relação à participante Jordana, após ele tentar beijá-la sem consentimento durante o confinamento.
Mesmo sem ter sido localizado para prestar depoimento formal, o processo avançou com base em exames técnicos e periciais das imagens exibidas nacionalmente. Segundo a corporação, o material audiovisual foi suficiente para confirmar a materialidade do crime e a responsabilidade do investigado.
Entenda o caso
O episódio ganhou repercussão imediata nas redes sociais assim que os vídeos da tentativa de beijo começaram a circular. A conduta foi classificada pela polícia como importunação sexual, crime que se caracteriza pela prática de ato libidinoso contra alguém e sem a sua anuência, visando satisfazer o próprio desejo ou o de terceiro.
- Análise Técnica: Peritos analisaram os vídeos detalhadamente para verificar a insistência e o constrangimento imposto à vítima.
- Esfera Judicial: Com o encerramento do inquérito policial, o caso foi encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se oferece ou não a denúncia à Justiça.
- Ausência do Investigado: A polícia ressaltou que a impossibilidade de localizar Pedro Henrique para o depoimento não interrompeu as apurações, dada a clareza das evidências digitais.
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O que diz a Lei (Art. 215-A do Código Penal)
A importunação sexual prevê pena de 1 a 5 anos de reclusão, se o ato não constituir crime mais grave. No contexto de reality shows, a visibilidade das imagens tem sido utilizada como prova fundamental em casos similares de assédio e importunação.
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