O primeiro Ba-Vi da final do Campeonato Baiano 2025 foi marcado por emoção, gols e uma polêmica envolvendo Everton Ribeiro. Durante o jogo disputado na Arena Fonte Nova, o meia do Bahia acertou uma cabeçada no zagueiro Neris, do Vitória, e gerou revolta entre jogadores e torcedores rubro-negros. Apesar da reclamação intensa, a arbitragem não considerou o lance passível de expulsão, e o VAR sequer foi acionado.
Lance polêmico no primeiro tempo
A confusão aconteceu aos 41 minutos do primeiro tempo. Em meio a uma discussão entre Lucho Rodríguez e Lucas Halter, Everton Ribeiro se aproximou e encostou a cabeça contra Neris. O zagueiro do Vitória caiu no gramado, alegando agressão. Os jogadores rubro-negros imediatamente pediram a expulsão do camisa 10 do Bahia, mas o árbitro Rafael Klein optou por aplicar apenas cartão amarelo para Lucho e Halter, ignorando o ocorrido com Everton Ribeiro.
Veja também:
Ba-Vi tem confusão generalizada e expulsões na decisão
Bahia e Vitória iniciam decisão do Campeonato Baiano 2025 na Arena Fonte
VAR não interveio e revolta rubro-negra
A decisão da arbitragem causou revolta entre os torcedores do Vitória, que questionaram a ausência de revisão pelo VAR. Muitos argumentam que situações semelhantes resultaram em cartões vermelhos em outros jogos da temporada.
Com a vitória por 2 a 0, o Bahia abriu vantagem na decisão e pode até perder por um gol de diferença na partida de volta, que acontecerá no próximo domingo (23), às 16h, no Barradão. Já o Vitória precisará vencer por pelo menos dois gols de diferença para levar a disputa para os pênaltis.
Opinião dividida: agressão ou exagero?
A polêmica levantou debates acalorados nas redes sociais. Enquanto torcedores do Bahia consideram o contato como algo comum em jogos pegados, torcedores do Vitória apontam que o VAR deveria ter agido. A arbitragem errou ao não expulsar Everton Ribeiro?