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Dorival Júnior sob pressão: derrota para a Argentina intensifica pedidos por sua demissão

Resultado das Eliminatórias reacende nostalgia pela Seleção de 2002 e levanta dúvidas sobre o futuro do técnico brasileiro
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A Seleção Brasileira vive um momento de forte pressão após a derrota humilhante por 4 a 1 para a Argentina, na noite da última terça-feira (25), em partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. O resultado negativo não apenas abalou a moral do elenco, mas também fez crescer um movimento nas redes sociais pedindo a demissão do técnico Dorival Júnior.

Com o revés, o Brasil caiu para a quarta colocação na tabela, somando 21 pontos, seis a mais que a Venezuela, que está na sétima posição. Embora a classificação para a Copa do Mundo não esteja ameaçada, a preocupação da torcida é com o desempenho do time, que tem mostrado fragilidades táticas e falta de criatividade em campo.

Torcida relembra Seleção de 2002 e pede mudanças

Nas redes sociais, internautas manifestaram frustração com a atual fase da Seleção Brasileira e compararam o time comandado por Dorival Júnior com a geração que conquistou o pentacampeonato em 2002. Expressões como “saudade da minha ex” viralizaram entre os torcedores, fazendo referência ao futebol envolvente e vitorioso da época.

Entre as principais críticas estão as escolhas táticas do treinador e a incapacidade da equipe de reagir diante de adversários mais qualificados. Alguns torcedores também cobram renovação na comissão técnica e questionam se Dorival é o nome ideal para liderar o Brasil na Copa de 2026.

Dorival Júnior assume responsabilidade pela derrota

Após o jogo, Dorival Júnior reconheceu os erros e assumiu total responsabilidade pelo resultado desastroso. “A responsabilidade é toda minha. Tudo aquilo que planejamos, infelizmente, desde o primeiro minuto de jogo, não aconteceu. A seleção argentina foi superior em todos os sentidos. Peço até desculpas ao torcedor brasileiro”, declarou o treinador em entrevista coletiva.

A declaração, porém, não foi suficiente para conter a revolta dos torcedores, que seguem pressionando por mudanças na equipe técnica. Resta saber se a CBF manterá Dorival no comando ou se a pressão popular resultará em trocas antes da Copa do Mundo.

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