Durante o período carnavalesco, muitos foliões buscam se refrescar nas águas de praias, rios e lagos. Porém, o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) fez um alerta importante sobre os riscos dessa prática, destacando que, apesar do calor, cuidados essenciais devem ser tomados para garantir a segurança de todos. O órgão recomenda que, antes de entrar na água, os cidadãos solicitem orientação aos guarda-vidas sobre os locais mais seguros para o banho, além de respeitar as bandeiras de sinalização.
Riscos de banho nas águas durante o Carnaval
Segundo o major BM André Matos, o Carnaval é uma época de grande movimento nas praias e áreas com rios e lagos, o que exige atenção redobrada. A combinação de calor intenso com a folia pode gerar uma falsa sensação de segurança, mas é preciso estar atento aos riscos de afogamentos, principalmente quando se trata de pessoas que superestimam suas habilidades de natação ou consomem álcool antes de entrar na água.
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“Quem está curtindo o Carnaval no ambiente aquático deve se atentar ao entrar na água e, se for entrar, não deve consumir bebidas alcoólicas e não superestimar a sua capacidade de natação, seja em rios, praias ou lagos”, enfatizou o major.
Cuidados redobrados com crianças
Outro alerta importante diz respeito às crianças. O Corpo de Bombeiros recomenda que, ao levar os pequenos para o ambiente aquático, os responsáveis mantenham vigilância constante. A recomendação é de que as crianças estejam sempre à distância de um braço dos adultos e nunca em águas profundas. “Água no umbigo é sinal de perigo“, alertou Matos. A segurança dos pequenos deve ser uma prioridade, já que os riscos de afogamento são maiores em locais com grande aglomeração de pessoas.
Cuidados com embarcações durante o Carnaval
Além dos cuidados nas águas, o Carnaval também é marcado pela prática de assistir aos desfiles e blocos em embarcações, especialmente nas regiões litorâneas de Salvador. A prática, bastante comum na região da Barra, também exige atenção dos foliões. O Corpo de Bombeiros orienta que seja respeitado o limite máximo de passageiros nas embarcações e que estas sejam conduzidas por profissionais habilitados.