O mundo assiste com pavor à mais grave escalada militar das últimas décadas no Oriente Médio. Nesta terça-feira (7), o conflito entre Irã e Israel atingiu um ponto de ruptura após ataques diretos a infraestruturas vitais de energia e fertilizantes. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou a tensão ao nível máximo com um ultimato assustador, afirmando que “toda uma civilização vai morrer esta noite”, sinalizando uma possível ofensiva de proporções catastróficas contra o país persa.
Israel realizou bombardeios contra o complexo petroquímico de Shiraz e unidades na província de Bushehr, alegando que os locais produziam insumos para explosivos. Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) abandonou a política de “contenção” e bombardeou o polo de Jubail, na Arábia Saudita — um dos maiores do planeta —, atingindo instalações com participação de gigantes americanas como ExxonMobil e Dow Chemical.
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O balanço humano no Irã é devastador: apenas nas últimas 24 horas, 109 pessoas morreram. Desde o início das agressões, em 28 de fevereiro, o número de civis mortos já ultrapassa 1,6 mil, incluindo 248 crianças.


