
Maragogipe inicia Defeso do Caranguejo-Uçá 2026; captura e venda estão proibidas
Principais Pontos do Post
- O município de Maragogipe (BA) está sob as regras do Período de Defeso do Caranguejo-Uçá para 2026, baseado no Decreto Federal nº 6.514/2008.
- A medida proíbe estritamente a captura, transporte, beneficiamento e comercialização da espécie durante a fase de "andada".
- A "andada" é o período de acasalamento e desova dos caranguejos, e o defeso é vital para a renovação da população, garantindo o sustento de comunidades tradicionais.
- O calendário de 2026 para Maragogipe especifica períodos de fiscalização intensificada em janeiro, fevereiro e março, durante luas cheias e novas.
- Qualquer atividade de exploração do crustáceo nesses dias é infração ambiental, sendo fundamental a colaboração da população e consumidores para não estimular o mercado ilegal.
- Além de proteger a espécie, o defeso preserva o equilíbrio dos manguezais, ecossistemas essenciais para o controle da erosão costeira e como berçário de outras espécies marinhas.

O município de Maragogipe, conhecido por sua rica área de manguezal no Recôncavo Baiano, já está sob as regras do Período de Defeso do Caranguejo-Uçá em 2026. A medida, baseada no Decreto Federal nº 6.514/2008, proíbe estritamente a captura, o transporte, o beneficiamento e a comercialização da espécie durante a fase de “andada”.
A “andada” ocorre quando os caranguejos saem de suas tocas para o acasalamento e desova, tornando-se alvos fáceis. O respeito a esse ciclo é vital para garantir que a população de caranguejos se renove, assegurando o sustento das comunidades tradicionais que dependem do mangue a longo prazo.
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Calendário do Defeso em Maragogipe – 2026
Fique atento às datas em que a fiscalização será intensificada em toda a região:
| Mês | Período (Lua Cheia) | Período (Lua Nova) |
| Janeiro | 04 a 09 de janeiro | 19 a 24 de janeiro |
| Fevereiro | 02 a 07 de fevereiro | 18 a 23 de fevereiro |
| Março | 04 a 09 de março | 19 a 24 de março |
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Fiscalização e sustentabilidade
Durante esses dias, qualquer atividade de exploração do crustáceo é considerada infração ambiental. Os órgãos de fiscalização reforçam que a colaboração da população é fundamental. Consumidores devem evitar a compra do animal nesses períodos para não estimular o mercado ilegal.
Além de proteger a espécie, o defeso preserva o equilíbrio dos manguezais, ecossistemas essenciais para o controle da erosão costeira e berçário de diversas outras espécies marinhas.
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