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Médico é preso em Seabra por estupro de vulnerável e violação sexual

Investigado atuava na rede pública e privada de Seabra; entre as vítimas estão uma adolescente de 14 anos e uma ex-funcionária que sofria violência psicológica e sexual
Por:
03/02/2026
polícia civil
Foto ilustrativa: Filipe Conceição/ASCOM-PCBA
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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta terça-feira (3), a Operação Praesidium, que resultou na prisão temporária de um médico clínico geral de 29 anos. O profissional, que atendia em consultórios particulares e postos de saúde da rede pública, é investigado pelos crimes de estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável.

As investigações, conduzidas pela 13ª Coorpin/Seabra e pela 1ª Delegacia Territorial, revelaram um padrão de abuso de autoridade e confiança. Até o momento, três vítimas foram identificadas: uma adolescente de 14 anos, uma jovem de 19 e uma mulher de 24 anos.

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O Modus Operandi

Segundo a polícia, o médico se aproveitava da vulnerabilidade das pacientes durante consultas e exames para realizar atos libidinosos e comentários inoportunos. Além do abuso contra pacientes, o inquérito aponta que ele exercia violência psicológica e sexual contra sua ex-assistente, valendo-se da hierarquia profissional.

O caso começou a ser desvendado após familiares de uma das vítimas notarem mudanças bruscas em seu comportamento. Ao ser acolhida, ela relatou abusos que vinham ocorrendo desde o ano passado.


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Prisão e busca por novas vítimas

Equipes do Gatti/Diamantina localizaram o suspeito no bairro Tamboril, em Seabra. Além da prisão, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na residência do investigado e em duas clínicas onde ele prestava serviço, visando coletar dispositivos eletrônicos e documentos que corroborem as denúncias.

A Polícia Civil acredita que a divulgação do caso possa encorajar outras mulheres que sofreram abusos a denunciarem. O médico segue custodiado e à disposição da Justiça.

Canais de Denúncia:

Se você foi vítima ou possui informações sobre este caso, utilize os canais oficiais:

  • Disque 100 ou Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).
  • Registro presencial em qualquer Delegacia Territorial.

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