A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), a Operação In Nominus Legis no município de Santo Estêvão, resultando na prisão em flagrante de quatro pessoas e na apreensão de um verdadeiro arsenal. Durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, os agentes localizaram armas de fogo com numeração raspada, espingardas, simulacros de fuzil e pistolas de airsoft. Além do armamento, a ofensiva policial retirou de circulação porções de maconha, cocaína e crack, além de desativar pontos de exploração de jogos de azar com máquinas caça-níqueis. A operação contou com o apoio estratégico de equipes de Feira de Santana e Rafael Jambeiro para cercar os alvos investigados.
- Flagrantes e Prisões: Quatro suspeitos foram detidos por tráfico, posse de arma raspada e crimes ambientais.
- Material Apreendido: Além das armas e drogas, a polícia confiscou motocicletas, um carro, dinheiro vivo e aparelhos celulares.
- Resgate de Fauna: Pássaros silvestres mantidos ilegalmente em cativeiro foram encontrados e resgatados durante as buscas.
- Força-Tarefa: A ação mobilizou diversas delegacias da 1ª Coorpin para garantir o cumprimento das ordens judiciais.
Investigação revela rede de crimes diversificados
O que começou como uma apuração sobre o tráfico de drogas revelou uma estrutura criminosa que envolvia desde a posse de armas de alto impacto até a exploração de jogos ilícitos. Em uma das residências, um casal foi preso com uma pistola calibre .380 e diversos carregadores. Os investigadores apontam que os locais serviam como pontos de logística para o crime organizado na região, onde também foram encontrados indícios de maus-tratos a animais. Todo o material, incluindo cartões bancários e veículos, foi levado para a Delegacia de Santo Estêvão para perícia.
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A coordenação da Delegacia Territorial de Santo Estêvão destacou a importância da integração entre as unidades de Feira de Santana e cidades vizinhas para o sucesso da operação. Com as prisões ratificadas pela Justiça, os quatro suspeitos agora permanecem custodiados e à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e mapear a origem das armas com numeração suprimida, que costumam ser utilizadas em ataques e confrontos entre grupos rivais.


