
PM de Muritiba aperta o cerco contra menores pilotando motos
Principais Pontos do Post
- A Polícia Militar de Muritiba intensificou, a partir de 2026, a fiscalização rigorosa contra adolescentes que conduzem motocicletas e carros.
- A estratégia de combate à prática ilegal será mantida durante todo o ano, abrangendo a sede do município e o distrito de São José do Itaporã.
- As ações incluem apreensões de veículos, que são notificados e encaminhados ao Detran para a aplicação das multas cabíveis.
- A PM adota uma política de "Tolerância Zero", com aplicação técnica da lei, sem abertura para concessões ou influência.
- Foi feito um apelo direto aos pais e responsáveis para que não cedam veículos a menores ou inabilitados, destacando os riscos à vida e os crimes de trânsito.
- Esta é a primeira vez que a cidade implementa uma ação tão contínua e institucionalizada contra esse tipo de infração.

A Polícia Militar de Muritiba iniciou o ano de 2026 com uma mensagem clara: a fiscalização contra adolescentes na condução de motocicletas e carros será intensificada e tratada com rigor absoluto. Em entrevista ao Diário da Notícia, o comandante da PM local, Subtenente Ronilson, confirmou que a estratégia de combate à prática ilegal continuará firme durante todo o ano.
As ações já resultaram em apreensões de veículos, que foram notificados e encaminhados ao Detran para a aplicação das multas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O comandante destacou que o policiamento não ficará restrito apenas à sede do município, mas também terá foco especial no distrito de São José do Itaporã.
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Apelo aos pais e “Tolerância Zero”
O Subtenente Ronilson foi enfático ao declarar que a lei será aplicada de forma técnica, sem abrir espaço para concessões ou pedidos de influência. “As guarnições estão avisadas e as fiscalizações vão continuar com o objetivo de inibir essa prática”, alertou.
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A PM fez um apelo direto aos pais e responsáveis, pedindo que não cedam veículos a menores de idade ou pessoas sem habilitação. Além do crime de trânsito, a prática coloca em risco a vida dos próprios adolescentes e de terceiros. Esta é registrada como a primeira vez que a cidade vivencia uma ação tão contínua e institucionalizada contra esse tipo de infração.
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