

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou-se publicamente pela primeira vez sobre as recentes polêmicas que envolvem a transparência e a ética na Corte. Em meio ao debate sobre a criação de um código de conduta para os magistrados, Moraes negou veementemente que os ministros julguem processos nos quais possuam qualquer tipo de relação pessoal ou interesse direto.
A fala do ministro surge em um momento de desgaste da imagem do Tribunal, acentuado pela crise relacionada ao Banco Master. Recentemente, veio a público que o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes, firmou um contrato de R$ 3,6 milhões com o banco para representação judicial. O caso serviu de combustível para setores que pedem regras mais rígidas de impedimento e suspeição para os integrantes da cúpula do Judiciário.
Durante sua manifestação, Moraes adotou um tom defensivo em relação às atividades extracurriculares dos ministros. Segundo ele, a atuação dos magistrados é estritamente técnica e segue os ritos legais previstos na Constituição.
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O debate divide o meio jurídico e a própria Corte: