Gestão de Matheus Amorim no Crea-Ba
O engenheiro civil Matheus Amorim foi eleito para presidir o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-Ba) a partir de janeiro de 2027. Natural de Jacobina, o profissional marca a história da instituição ao se tornar o presidente mais jovem a assumir o cargo, trazendo uma perspectiva de renovação para o órgão que regula as engenharias, agronomias e geociências no estado.
Em entrevista concedida ao portal Achei Sudoeste, o presidente eleito detalhou as diretrizes que nortearão sua administração. O foco central está na descentralização das ações do conselho, visando levar uma presença mais ativa e eficiente para o interior da Bahia, além de estreitar laços com a Mútua Bahia, a caixa de assistência voltada aos profissionais registrados.
Compromisso com a segurança da sociedade
A gestão de Amorim promete priorizar a fiscalização rigorosa das atividades técnicas. Segundo o engenheiro, o papel fundamental do Crea-Ba é garantir que obras e projetos sejam conduzidos exclusivamente por profissionais devidamente habilitados, protegendo a população contra a atuação de leigos ou profissionais sem a qualificação necessária.
O fortalecimento das entidades de classe é outro pilar do plano de trabalho apresentado pela chapa eleita. Ao assegurar que a engenharia seja exercida por especialistas, o conselho busca elevar o padrão de qualidade das entregas técnicas no estado, promovendo um ambiente de maior segurança jurídica e física para a sociedade baiana.
Desafios e perspectivas para a engenharia baiana
Ao olhar para o futuro, o presidente eleito reconhece que o sistema precisa de constante atualização para acompanhar o desenvolvimento tecnológico e as demandas do mercado. O plano de gestão inclui o enfrentamento de gargalos em setores estratégicos, como a infraestrutura, a mineração e a agronomia, áreas vitais para o crescimento econômico da Bahia.
Amorim reforça que o conselho atuará como um facilitador para que os profissionais estejam presentes e ativos nessas frentes de trabalho. O objetivo final é que o estado se desenvolva a partir da expertise técnica dos profissionais habilitados, garantindo que a engenharia seja um motor de progresso sustentável e seguro para todos os cidadãos.





