O prefeito de Santo Amaro, Flaviano Bomfim, negou categoricamente que tenha proibido a realização da VII Copa Júlio César de Bandas e Fanfarras no município. Em entrevista concedida ao radialista Giliard José, o gestor municipal esclareceu o impasse criado após o anúncio de cancelamento feito pela Comissão Baiana de Fanfarras e Bandas (COBRAC) e atribuiu o mal-entendido a um ruído na transmissão das informações institucionais.
Durante a declaração, Flaviano ressaltou a sua ligação histórica com o movimento de fanfarras do município e reforçou que reconhece a relevância do evento para a juventude e a cultura santamarense.
“Jamais eu iria proibir, até porque eu fui ‘cobraqueiro’, sei da importância da COBRAC para a cidade, culturalmente e socialmente também”, declarou o prefeito.
Conflito de agendas na Praça da Purificação e oferta do Estádio Municipal
Segundo o chefe do Executivo municipal, o ponto central do impasse ocorreu devido à coincidência de datas no espaço público tradicionalmente utilizado para as apresentações. A Praça da Purificação já contava com duas outras programações agendadas para o mesmo período.
Flaviano explicou que a definição da nova logística havia sido repassada à secretaria responsável para o devido alinhamento com os organizadores, o que gerou interpretações equivocadas sobre um suposto veto do município.
“Foi um erro de comunicação. Já tinham duas programações para a Praça [da Purificação]. Ficou a cargo da Secretaria divulgar onde iria ser e acabou aquela história de que não iria fazer ou deixar de fazer. A gente disponibilizou o estádio, é o único lugar que tinha disponível. Para mim está tudo resolvido”, concluiu o gestor.
Com a oferta do Estádio Municipal como espaço alternativo, a gestão municipal dá por superada a controvérsia referente ao uso dos equipamentos públicos para a realização do campeonato da COBRAC.





