Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Economia

Arrecadação federal cresce e soma bilhões em setembro

Arrecadação federal registra alta real e soma bilhões no mês de setembro, impulsionada por tributos e previdência.

Arrecadação federal cresce e soma bilhões em setembro
© José Cruz/Agência Brasil

A arrecadação federal registrou um desempenho positivo no nono mês do ano, impulsionada por diferentes tributos e contribuições recolhidas pelo governo. O valor total arrecadado no período refletiu o comportamento da economia e demonstrou alta expressiva na comparação com o ciclo anterior, conforme os dados divulgados pela Receita Federal.

Com o resultado recente, o montante acumulado ao longo dos meses anteriores também apresentou expansão significativa, consolidando um cenário de maior volume de recursos para os cofres públicos em relação ao calendário passado.

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Desempenho da arrecadação federal por setores

O avanço registrado no mês passado decorreu principalmente dos recolhimentos relativos à contribuição previdenciária, além de tributos como PIS/Cofins e Imposto de Renda Retido na Fonte sobre rendimentos de capital. O Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido também ajudaram a compor o montante final.

As autoridades fiscais destacaram ainda a relevância das taxas incidentes sobre o comércio exterior, especialmente o Imposto de Exportação cobrado sobre o óleo bruto comercializado no período.

Contribuição previdenciária e impacto na folha

O setor previdenciário apresentou alta expressiva nos valores recolhidos. O comportamento foi influenciado pela variação da massa salarial e pelo crescimento do Simples Nacional previdenciário.

Outro fator que colaborou para o resultado foi a movimentação nas compensações tributárias e a retomada gradual de cobranças patronais sobre a folha de pagamentos de municípios e empresas.

Tributos sobre importações e rendimentos

As taxas cobradas sobre mercadorias estrangeiras trouxeram um retorno expressivo para o caixa federal. O volume de itens trazidos de fora e os ajustes nas alíquotas influenciaram o resultado.

No caso do Imposto de Renda Retido na Fonte sobre aplicações financeiras e distribuição de lucros, o desempenho acompanhou a evolução dos investimentos em renda fixa e dividendos.

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