O mercado financeiro brasileiro viveu uma tarde de euforia nesta segunda-feira (13). Pela primeira vez em cerca de dois anos, o dólar passou a ser negociado abaixo do patamar de R$ 5,00, registrando R$ 4,994 por volta das 15h. Se o fechamento se consolidar neste nível, será um marco que não ocorria desde março de 2024. No acumulado do ano, a moeda já despencou 8,7%, refletindo um cenário de maior otimismo com a economia doméstica.
Acompanhando o mergulho do dólar, o Ibovespa engatou sua décima alta consecutiva, atingindo os 197.946 pontos. O motor dessa valorização histórica é a entrada massiva de capital estrangeiro — que já soma R$ 65 bilhões apenas em 2026 — e o desempenho das gigantes do setor de petróleo, como Petrobras e PRIO, beneficiadas pela alta do barril tipo Brent, que voltou a superar os US$ 100 no exterior.
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Apesar do clima de festa no câmbio e na bolsa, o sinal amarelo permanece aceso para o bolso do consumidor. O mercado revisou a projeção da inflação (IPCA) para cima, subindo de 4,36% para 4,71%, superando o teto da meta.



