
Petrobras retoma produção da Fafen em Camaçari e gera mais de 5 mil empregos
Principais Pontos do Post
- A Fafen-BA, em Camaçari, retoma oficialmente a produção de ureia após manutenção, visando alcançar a capacidade plena até o final de janeiro.
- A operação é estratégica para a soberania nacional, visando reduzir a dependência brasileira de importação de fertilizantes.
- A reativação das plantas da Bahia e Sergipe gerará 1.350 empregos diretos e 4.050 indiretos.
- A Fafen-BA produzirá 1.300 toneladas de ureia por dia (5% da demanda nacional), elevando a participação da Petrobras para 20% do mercado brasileiro.
- A retomada fortalece a cadeia do agronegócio, ampliando o uso de gás natural nacional e produzindo amônia e ARLA 32.
- A Petrobras projeta elevar a produção nacional para 35% nos próximos anos, incluindo a construção de uma nova planta no Mato Grosso do Sul.

O Polo Industrial de Camaçari volta a ser palco de uma operação estratégica para a soberania nacional. A Fafen-BA entra em fase de produção oficial após concluir a manutenção iniciada em setembro de 2025. O objetivo imediato é alcançar a produção plena de ureia até o final de janeiro, produto hoje totalmente importado pelo Brasil.
Impacto econômico e social
A reativação das plantas da Bahia e de Sergipe (que já produz desde dezembro) traz números expressivos para o mercado de trabalho:
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- Geração de Empregos: Estima-se a criação de 1.350 empregos diretos e 4.050 indiretos.
- Capacidade Produtiva: A unidade de Camaçari produzirá até 1.300 toneladas de ureia por dia, atendendo a 5% da demanda nacional. Somada à Fafen-SE e à unidade do Paraná, a Petrobras passará a responder por 20% do mercado brasileiro.
- Logística: A operação inclui os terminais de amônia e ureia no Porto de Aratu, em Candeias.
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Soberania no agronegócio
Atualmente, o Brasil depende de fertilizantes estrangeiros para sustentar sua produção agrícola. A retomada das Fafens fortalece a cadeia do agronegócio e amplia o uso do gás natural nacional. Além da ureia, as unidades produzirão amônia e ARLA 32, insumo essencial para reduzir a poluição de veículos pesados.
“Nossa expectativa é elevar a produção nacional para 35% nos próximos anos”, afirmou William França, diretor da Petrobras, citando ainda a construção de uma nova planta no Mato Grosso do Sul.
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