A apresentadora Angélica abriu detalhes sobre a vida íntima de sua família, destacando como a espiritualidade atua como um pilar central na rotina ao lado de Luciano Huck. Em um momento em que a vida pessoal do clã ganha atenção pública, a artista reforçou que a conexão com o sagrado transcende as tradições religiosas individuais de cada integrante, criando um ambiente de harmonia dentro de casa.
O refúgio da família no Rio de Janeiro conta com um espaço dedicado especificamente ao exercício da fé. Trata-se de uma capela ecumênica estrategicamente construída em meio à natureza, com vista para o mar e design integrado à vegetação local. O local é descrito pela apresentadora como um ponto de refúgio essencial para momentos de introspecção e conexão familiar.
Sincretismo e convivência entre crenças
A estrutura da capela reflete a diversidade de dogmas presentes no casamento. Enquanto Luciano Huck segue o judaísmo, Angélica é católica e sua mãe é evangélica. O altar do espaço é um símbolo dessa convivência pacífica, abrigando tanto uma Torá quanto uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. A prática de celebrar tradições distintas, como o Natal, é comum entre eles, promovendo um ambiente de respeito mútuo.
Equilíbrio emocional e meditação
Além da estrutura física, a apresentadora mantém uma prática pessoal de meditação transcendental. Segundo Angélica, essa rotina foi fundamental para superar crises de síndrome do pânico no passado. A disciplina é levada tão a sério que ela costuma incluir itens de meditação em suas bagagens de viagem, garantindo a manutenção do bem-estar espiritual independentemente de onde esteja.
Gratidão e momentos de superação
A fé da família também se manifesta em momentos de agradecimento. Após a recuperação do filho Benício, o casal realizou uma visita ao Santuário de Fátima, em Portugal. Essas demonstrações públicas de gratidão reforçam a visão de que a espiritualidade é um suporte essencial para enfrentar os desafios da vida cotidiana, mantendo a união do grupo mesmo sob a pressão dos holofotes.





