Aos 29 anos, a supermodelo Bella Hadid mantém uma batalha constante contra a doença de Lyme, condição diagnosticada ainda na adolescência. A enfermidade, transmitida por carrapatos, impõe desafios severos à saúde da artista, incluindo fadiga crônica, dores articulares e dificuldades de concentração. O impacto foi tão profundo que a modelo precisou abandonar o sonho de seguir carreira profissional no hipismo para priorizar seu bem-estar.
O diagnóstico não é restrito apenas a ela. Sua mãe, Yolanda Hadid, e seu irmão, Anwar Hadid, também enfrentam a mesma patologia. Embora tenha celebrado um período de melhora após um tratamento intensivo de mais de 100 dias em 2023, a modelo continua lidando com episódios de recaída que exigem acompanhamento médico contínuo e internações periódicas.
Em busca de alternativas para controlar os sintomas, a modelo recorreu a procedimentos de alto custo em uma clínica especializada na Alemanha. Em outubro de 2025, relatos indicaram que ela investiu cerca de 100 mil dólares — aproximadamente 538 mil reais na conversão da época — em um protocolo de um mês de duração.
Controvérsias sobre tratamentos médicos
O protocolo realizado pela modelo envolveu técnicas como a hipertermia, que eleva a temperatura corporal a 42°C sob sedação, e a ozonioterapia. Especialistas apontam que tais métodos carecem de evidências científicas robustas que comprovem sua eficácia no combate à bactéria causadora da doença de Lyme, tornando a escolha terapêutica um ponto de debate na comunidade médica.
Adaptação na carreira e vida pessoal
Em entrevista concedida à Vogue Itália no início de 2026, Bella refletiu sobre como a doença moldou suas escolhas profissionais. Ela destacou a importância de aprender a recusar projetos que não condizem com sua saúde ou valores. Atualmente, a modelo busca equilíbrio ao passar temporadas em sua propriedade no Texas, onde mantém contato com a natureza e seus cavalos, um refúgio essencial para sua recuperação emocional e física.





