Aos 62 anos, o ator Cassio Scapin, eternizado pelo icônico personagem Nino em Castelo Rá-Tim-Bum, demonstra que a disposição física é uma prioridade em sua rotina. O artista, que segue ativo tanto na televisão quanto nos palcos, compartilha com o público um cronograma de atividades que combina diferentes modalidades para manter o bem-estar e a saúde em dia.
A disciplina do ator impressiona pela frequência. Scapin dedica-se ao balé clássico durante o período da manhã e complementa o esforço físico com sessões de academia à tarde. Mesmo com uma agenda profissional intensa, que inclui apresentações teatrais de quinta a domingo, ele não abre mão de cuidar do corpo.
Em publicações recentes nas redes sociais, o ator brincou sobre seu estilo de vida, autodenominando-se um “sexagenário não sedentário”. A dedicação ao exercício reflete o desejo de manter a vitalidade, algo que ele encara com naturalidade e bom humor.
Visão sobre envelhecimento e estética
Ao abordar o processo de envelhecimento, Scapin adota uma postura pragmática. Em entrevistas anteriores, o ator admitiu recorrer a procedimentos estéticos pontuais, como o uso de toxina botulínica, para manter a aparência cuidada. Para ele, o autocuidado é uma forma de respeito consigo mesmo e com o público.
O ator compara seu corpo a um “Fusca 63”, enfatizando que, apesar da idade, não pretende deixar a manutenção de lado. Ele reforça que não busca nada radical, mas sim um retardamento saudável dos sinais da idade. Além disso, Scapin demonstra resistência à ideia de se aposentar ou de buscar prioridades reservadas a idosos, preferindo manter o ritmo de trabalho e a autonomia.
Posicionamento e vida pessoal
Além da rotina de exercícios, Cassio Scapin é conhecido por sua postura firme em relação à sua vida pessoal e ao ativismo. O artista defende abertamente os direitos da comunidade LGBTQIAPN+ e relembra sua participação ativa nas primeiras Paradas do Orgulho em São Paulo, ainda na década de 90.
Sobre sua sexualidade, o ator prefere a discrição, afirmando que nunca sentiu necessidade de “sair do armário” por nunca ter se escondido. Ele ressalta que sua trajetória pessoal não precisa ser objeto de satisfação pública constante, focando sua comunicação na carreira e em suas convicções profissionais.





