A revelação sobre o registro de Preta Gil
A trajetória de Preta Gil, que completou um ano de falecimento em 20 de julho de 2026, continua a despertar o interesse do público. Em uma revelação feita na série documental “Meu Nome é Preta”, disponível no Globoplay, a artista compartilhou um detalhe inusitado sobre sua origem: ela quase recebeu um nome bem diferente do que a consagrou na música brasileira.
O pai da cantora, o músico Gilberto Gil, cogitou registrar a filha como Pedra. A escolha seria uma homenagem direta ao irmão mais velho da artista, Pedro, funcionando como uma adaptação feminina do nome. Ao relembrar o episódio durante as gravações da produção, que reúne depoimentos inéditos e relatos de familiares, a própria Preta brincou com a situação, celebrando o fato de a ideia original não ter sido concretizada.
O estranhamento e a decisão de Gilberto Gil
Durante o documentário, Gilberto Gil também relembrou o processo de escolha e as reações que o nome Preta gerou na época. Segundo o cantor, a decisão de registrar a filha com um nome incomum causou estranhamento social, algo que, segundo ele, não teria sido evitado caso tivesse optado por Pedra.
O artista relatou que o tabelião responsável pelo registro civil chegou a questionar a escolha, tentando convencê-lo a repensar a decisão. No entanto, mantendo sua convicção, o músico seguiu adiante com o nome que acabou se tornando a marca registrada da trajetória de sua filha. A série documental serve como um registro memorial, preservando a voz e as histórias de Preta Gil para seus fãs e admiradores.





