O jogador Lucas Paquetá consolidou seu nome no cenário do futebol mundial, equilibrando o desempenho técnico nos gramados europeus com um estilo de vida de alto padrão. O atleta, que atualmente atua na Premier League, tornou-se notícia ao exibir uma de suas mais recentes e exclusivas aquisições automotivas: uma Ferrari avaliada em R$ 3,4 milhões.
Potência e design da Ferrari Roma
O esportivo escolhido pelo meio-campista é uma Ferrari Roma, que se destaca pela elegância e performance. Diferente do tradicional vermelho da marca, o jogador optou pela tonalidade Grigio Silverstone, um cinza escuro que confere sobriedade ao veículo.
Sob o capô, o modelo carrega um motor V8 3.9 biturbo capaz de entregar 620 cavalos de potência. Com tração traseira e uma caixa automática de oito marchas, o carro atinge a marca de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 320 km/h.
Tecnologia e conforto no interior do esportivo
Além da performance bruta, o interior da Ferrari Roma reflete o luxo característico da montadora italiana. O veículo é equipado com um painel digital de 16 polegadas e uma tela multimídia vertical, integrados a um volante multifuncional com acabamento em couro.
O condutor conta com cinco modos de condução, que variam do conforto à performance em pista. A segurança é reforçada por sistemas avançados, como frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo e assistentes de mudança de faixa e ponto cego, conforme detalhado pelo portal Autoesporte.
Coleção automotiva e ascensão profissional
A Ferrari não é o único item de luxo na garagem do atleta. Paquetá também possui um Mercedes-Benz G63, um SUV robusto com motor V8 4.0 de 585 cv, conhecido por sua capacidade e presença imponente. O veículo, adquirido em 2021, reforça o gosto do jogador por máquinas de alto desempenho.
Essa trajetória de conquistas materiais acompanha a evolução profissional de Lucas Paquetá. Revelado pelo Flamengo, o jogador passou por clubes como Milan e Lyon antes de se firmar no West Ham. Sua regularidade na carreira e as constantes convocações para a Seleção Brasileira garantiram o patamar financeiro necessário para sustentar esse estilo de vida exclusivo no continente europeu.





