O lateral-direito Marcos Rocha, atualmente no Grêmio, tem diversificado seu patrimônio para além das quatro linhas. Com um olhar atento ao futuro, o atleta consolidou-se como empresário no setor agropecuário, estabelecendo uma base sólida para o período pós-carreira no futebol profissional.
A trajetória no agronegócio e o Haras MR2
O projeto central do jogador é o Haras MR2, empreendimento que carrega as iniciais de seu nome e de seu sócio, Matheus Rocha. Localizada em Sete Lagoas, Minas Gerais, a propriedade é dedicada à criação, exposição e comercialização de animais da raça Mangalarga Marchador.
O negócio vai além da simples criação, envolvendo investimentos estratégicos em reprodução de linhagens de elite. Os cavalos desenvolvidos no haras são preparados para competições e exposições, consolidando a marca no mercado especializado de equinos.
Conexão pessoal e visão de futuro
A relação de Marcos Rocha com o campo possui raízes familiares, influenciada pelas memórias de seu avô, que trabalhava com cavalos e gado. O jogador iniciou suas atividades no setor em 2015, inicialmente com animais para lazer, antes de profissionalizar a operação com a raça Mangalarga Marchador.
Em entrevista ao Globo Rural, o atleta destacou que a transição para o agronegócio foi planejada. O que começou com o arrendamento de uma propriedade de 30 hectares evoluiu para a aquisição definitiva do local, onde hoje são mantidos os animais de pista.
Planejamento para o pós-carreira
Para o jogador, o investimento no agro representa mais do que uma diversificação financeira; é a construção de um legado para sua família. Ele enfatiza a admiração pelo setor e pelas pessoas que sustentam a produção agrícola brasileira.
O objetivo é transformar a atividade em uma empresa estruturada que possa servir como sua principal fonte de renda após a aposentadoria dos gramados. O haras, segundo o atleta, é o ambiente onde pretende ver o crescimento de seu filho, unindo a paixão pelo campo à segurança de um negócio próprio.





