Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Mila Seidl nega favorecimento no tratamento experimental de Lito Sousa

Mila Seidl desmente boatos de favorecimento no tratamento experimental de Lito Sousa e explica o processo legal de acesso ao medicamento.

Mila Seidl nega favorecimento no tratamento experimental de Lito Sousa
Foto: Instagram

A empresária Mila Seidl utilizou suas redes sociais neste sábado (5) para rebater uma série de informações falsas que circulam a respeito do tratamento de seu marido, o influenciador Lito Sousa. O comunicador, de 59 anos, foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurológica progressiva que impactou sua capacidade motora.

Recentemente, o casal iniciou o uso do medicamento experimental ALN-657. A complexidade de acesso ao fármaco gerou especulações infundadas sobre um suposto favorecimento político ou financeiro para a liberação do tratamento. Mila Seidl foi enfática ao negar qualquer tipo de privilégio, reforçando que a conquista do acesso à medicação foi resultado de um esforço pessoal e técnico do casal junto à equipe médica.

Esclarecimentos sobre o acesso ao medicamento experimental

Mila detalhou que a busca pelo fármaco seguiu os trâmites legais previstos para casos de extrema necessidade. Segundo a empresária, o casal tentou inicialmente a inclusão em estudos clínicos, mas a solicitação foi negada devido ao fechamento das vagas para a pesquisa. A alternativa encontrada foi o pedido de uso compassivo, um mecanismo regulatório que permite o acesso a medicamentos ainda não aprovados comercialmente para pacientes com doenças graves.

A empresária explicou que o contato com a farmacêutica foi estabelecido de forma independente. Após uma reunião técnica onde o caso de Lito Sousa foi apresentado, a empresa autorizou o uso compassivo da droga. Esse processo, segundo ela, foi conduzido com total transparência e rigor documental.

Trâmites burocráticos e conformidade legal

Para viabilizar a aplicação do medicamento, foi necessário o cumprimento de exigências junto a órgãos como a Anvisa, o Ministério da Saúde e o FGA. Mila Seidl afirmou ter reunido pessoalmente toda a documentação necessária para comprovar a viabilidade técnica e a segurança da terapia para o quadro clínico de seu marido.

A empresária ressaltou que não houve qualquer interferência de agentes públicos ou financiamento externo de terceiros. O processo, conforme descrito, está em total conformidade com a legislação brasileira, sendo um direito acessível a qualquer cidadão que se encontre em uma situação clínica similar, desde que apresente a fundamentação médica necessária.

Apelo contra a propagação de fake news

Ao encerrar seu pronunciamento, Mila Seidl fez um apelo direto para que cessem as invenções sobre o caso. Ela reiterou que a situação é delicada e que a propagação de boatos apenas aumenta o desgaste emocional da família. A empresária reforçou que o tratamento não representa uma regalia, mas sim o exercício de um direito garantido por lei para pacientes em condições específicas de saúde.

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