A cantora Pink, nome artístico de Alecia Beth Moore, celebra nesta terça-feira, 8 de setembro, a chegada dos seus 47 anos. A data especial coincide com o destaque da artista no mercado imobiliário de alto padrão, após a aquisição de uma propriedade histórica em Greenwich Village, um dos bairros mais prestigiados de Manhattan, em Nova York.
O imóvel, avaliado em US$ 21,5 milhões — aproximadamente R$ 107,3 milhões na cotação atual —, é uma peça rara na paisagem urbana da cidade. A residência, erguida em 1849, preserva elementos originais do estilo neogrego, oferecendo uma combinação de valor histórico e exclusividade arquitetônica que atrai olhares de colecionadores.
A estrutura da mansão impressiona pela dimensão vertical, distribuída em seis andares conectados por um elevador privativo. Com cerca de 743 metros quadrados de área construída, a casa mantém uma fachada discreta de 6,7 metros de largura, escondendo espaços internos amplos e refinados que foram cuidadosamente restaurados ao longo dos anos.
Estúdio monumental e legado artístico
Um dos pontos altos da residência é o seu estúdio artístico, que possui 16,5 metros de profundidade e um impressionante pé-direito de nove metros de altura. O espaço, que conta com mezanino, lareira e três grandes claraboias, remete ao período em que o renomado escultor Daniel Chester French — autor da estátua de Abraham Lincoln no Lincoln Memorial — utilizava o local para suas criações.
A casa possui um histórico de ocupação por figuras ligadas às artes visuais e à literatura, tendo pertencido por décadas à família Fonseca. Essa herança cultural é preservada em cada detalhe, desde as molduras clássicas até os pisos originais que foram mantidos na restauração do imóvel.
Conforto e áreas externas exclusivas
Além do estúdio, a mansão oferece cinco quartos espaçosos e cinco banheiros e meio. A cozinha é integrada às áreas de convivência, promovendo um ambiente funcional e moderno dentro de uma estrutura centenária. A propriedade também se destaca por seus terraços, que somam mais de 74 metros quadrados, proporcionando uma área de lazer ao ar livre, um privilégio raro em Manhattan.
Mais detalhes sobre a trajetória da artista e outras curiosidades podem ser conferidos em veículos como o Wall Street Journal, que frequentemente acompanha as movimentações do mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos.





