A atriz Rita Guedes, de 54 anos, tornou público o motivo por trás do uso constante de óculos escuros durante suas participações no quadro Dança dos Famosos 2026, exibido no programa Domingão com Huck. O acessório, que gerou especulações entre o público, foi adotado pela artista como uma medida de proteção e disfarce após enfrentar complicações severas decorrentes de uma cirurgia estética.
O procedimento em questão foi uma blefaroplastia, realizada em fevereiro, com o objetivo de remover excesso de pele e gordura das pálpebras. Embora seja considerada uma intervenção comum, a recuperação da atriz tomou um rumo inesperado, resultando em um longo período de tratamento e cuidados médicos intensivos.
Complicações pós-operatórias e erro médico
Segundo o relato de Rita Guedes, o que deveria ser uma cirurgia simples estendeu-se por três horas além do planejado. A artista aponta a ocorrência de um erro médico durante o processo, que desencadeou uma série de problemas oculares graves, incluindo ceratite — uma inflamação na córnea — e um edema na conjuntiva.
Além das inflamações, a atriz sofreu uma paralisia temporária no músculo responsável pela elevação da pálpebra direita. Esse quadro clínico resultou na queda da pálpebra, alteração que motivou o uso dos óculos escuros como forma de preservar sua imagem durante as aparições públicas e compromissos profissionais.
Superação no palco do Dança dos Famosos
Mesmo diante do diagnóstico e das limitações físicas impostas pela recuperação, Rita Guedes optou por manter sua participação no elenco do Dança dos Famosos. A atriz destacou que o convite para o programa foi recebido com entusiasmo e que decidiu enfrentar o desafio artístico mesmo enquanto lidava com as consequências do procedimento mal-sucedido.
A postura da atriz ao expor o caso serve como alerta sobre os riscos envolvidos em cirurgias plásticas, mesmo naquelas consideradas de menor complexidade. Para mais detalhes sobre os cuidados necessários em procedimentos similares, é possível consultar orientações especializadas em fontes como o Conselho Federal de Medicina.





