A despedida do pai de Bruno Gagliasso, ocorrida nesta terça-feira (29) no Rio de Janeiro, trouxe novamente ao centro das atenções a conturbada relação entre o ator e seu irmão, o também político Thiago Gagliasso. O momento de luto reacendeu o interesse do público sobre o distanciamento entre os dois, que não se falam há anos.
Antes do rompimento, a dupla mantinha uma convivência próxima, com parcerias profissionais e participações conjuntas em eventos. A dinâmica familiar, contudo, sofreu uma mudança drástica a partir de 2018, quando divergências ideológicas e políticas se tornaram públicas, transformando a relação em um silêncio absoluto.
O estopim da crise ocorreu durante o período eleitoral daquele ano, marcado por trocas de farpas nas redes sociais. A situação escalou após o vazamento de conversas privadas, que envolveram também a esposa de Bruno, Giovanna Ewbank. O episódio expôs não apenas conflitos de opinião, mas também mágoas antigas sobre questões financeiras e de apoio mútuo no início de suas carreiras.
Caminhos distintos após o rompimento
Desde a cisão, os irmãos seguiram trajetórias profissionais e pessoais muito diferentes. Enquanto Bruno Gagliasso consolidou sua carreira em produções de streaming e projetos voltados à sustentabilidade, Thiago Gagliasso ingressou na política, sendo eleito deputado estadual no Rio de Janeiro com uma plataforma alinhada ao conservadorismo.
Apesar da dor compartilhada pela perda do pai, não houve sinais públicos de reconciliação durante a cerimônia de despedida. O distanciamento, que já dura quase oito anos, permanece como um reflexo das profundas divergências que, desde 2018, impedem qualquer reaproximação entre os dois.





