Maio Laranja: Polícia Civil e Ministério Público orientam professores sobre combate ao abuso infantil
A Polícia Civil da Bahia participou do seminário “Maio Laranja na Escola” em Central. O evento focou na prevenção e no fluxo de atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência.
Resumo da notícia
- A Polícia Civil da Bahia, representada pelo Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (Neam/Irecê), marcou presença no seminário “Maio Laranja na Escola – Proteger é dever de todos, cada olhar atento pode mudar uma história”.
- O encontro reuniu professores e coordenadores da rede municipal de ensino com o objetivo de intensificar as ações da campanha Maio Laranja, período dedicado ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual infantojuvenil.
- A programação incluiu uma roda de conversa detalhando os fluxos de atendimento em casos de suspeita ou confirmação de crimes.
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A Polícia Civil da Bahia, representada pelo Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (Neam/Irecê), marcou presença no seminário “Maio Laranja na Escola – Proteger é dever de todos, cada olhar atento pode mudar uma história”. O evento ocorreu na última quinta-feira (30), no município de Central, sob promoção do Ministério Público local.
O encontro reuniu professores e coordenadores da rede municipal de ensino com o objetivo de intensificar as ações da campanha Maio Laranja, período dedicado ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual infantojuvenil. Durante as atividades, a delegada do Neam ressaltou a função da Polícia Civil dentro da rede de proteção, enfatizando a relevância de identificar precocemente sinais de violência no ambiente escolar e divulgando canais essenciais como o Disque 100 e o Disque 180.

A programação incluiu uma roda de conversa detalhando os fluxos de atendimento em casos de suspeita ou confirmação de crimes. Foi destacada a necessidade de uma atuação integrada entre o Conselho Tutelar, Ministério Público, Poder Judiciário e órgãos de assistência social, como o CRAS (prevenção) e o CREAS (atendimento a casos graves). A escola foi apontada como peça-chave no sistema de proteção, dado o contato direto dos educadores com possíveis mudanças comportamentais dos alunos.
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Sobre o autor
Magno Araujo é jornalista formado pela Estácio. Atua na cobertura política e, recentemente, passou a explorar também o jornalismo esportivo, com atenção especial as pautas do Recôncavo Baiano.





