A jornalista Aline Midlej, um dos rostos mais conhecidos da GloboNews, abriu as portas de seu antigo apartamento na Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro, para o programa Pode Entrar, do canal Casa GNT. O imóvel, que ela dividia com o ex-marido, o diretor de TV Rodrigo Cebrian, destaca-se por uma decoração carregada de significado, unindo referências afetivas e obras de arte.
A mudança da comunicadora para a capital fluminense ocorreu durante o período da pandemia. Com raízes no Maranhão e criação em São Paulo, Aline buscou no apartamento um refúgio que traduzisse a identidade do casal. O espaço é caracterizado pela integração entre os cômodos, com uma sala ampla que conecta estar e jantar, valorizada pela iluminação natural que entra pelas grandes janelas.
A curadoria dos objetos que compõem o ambiente reflete a trajetória pessoal dos moradores. Entre os itens de maior valor sentimental, destaca-se uma vitrola herdada do pai da jornalista, que permanece como um elo com sua história familiar. O imóvel também servia como um espaço de expressão criativa, contando com um mural artístico na parede da sala, onde a enteada de Aline tinha liberdade para realizar pinturas.
Homenagens e referências culturais na decoração
O design do apartamento de Aline Midlej é marcado por uma forte carga política e cultural. A jornalista e o ex-marido selecionaram peças que celebram a luta antirracista e figuras históricas relevantes. Uma escultura de Nelson Mandela, trazida da África do Sul, ocupa um lugar de destaque no ambiente, simbolizando a resistência contra o apartheid.
Além da peça sul-africana, a decoração inclui gravuras de personalidades como a filósofa e ativista Angela Davis e a cantora Aracy de Almeida. O casal também incorporou itens adquiridos em viagens, como uma fotografia de um artista japonês, que compõe a estética personalizada do lar.
Rotina entre a Lagoa e o litoral
Durante a visita ao imóvel, o casal compartilhou que o apartamento na Lagoa funcionava como uma residência de base para a rotina de trabalho durante a semana. Para os momentos de descanso, eles mantinham um refúgio à beira-mar, localizado na Praia da Macumba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde costumavam passar os fins de semana.





