Ao completar 34 anos, a renomada artista Demi Lovato continua a surpreender o público não apenas com sua potente voz e carreira multifacetada, mas também com uma faceta menos convencional de sua vida: uma profunda e assumida paixão pelo universo dos OVNIs e do sobrenatural. A cantora, atriz e diretora tem se destacado por sua abertura em discutir experiências que transcendem o comum, consolidando sua imagem como uma figura autêntica e corajosa no cenário midiático.
Sua trajetória é marcada por sucessos e superações, mas também por curiosidades que a conectam a mistérios que intrigam a humanidade. A artista não hesita em compartilhar suas crenças e vivências, o que a torna um ponto de referência para discussões sobre o inexplicável e o paranormal entre personalidades públicas.
A jornada de Demi Lovato: a descoberta do inexplicável e a ufologia
A curiosidade de Demi Lovato pelos mistérios do espaço e pela ufologia não é recente, sendo um tema recorrente em suas entrevistas e interações nas redes sociais. A própria artista relata que um evento específico em outubro de 2020 catalisou seu interesse. Durante uma viagem ao Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia, Lovato testemunhou luzes e orbes azuis realizando movimentos incomuns no céu, um avistamento que marcou o início de sua imersão no tema e aprofundou sua busca por respostas.
Esse episódio transformou-se em um ponto de virada, levando-a a explorar mais a fundo o campo da ufologia e a compartilhar suas descobertas com o público, desafiando estigmas e incentivando o diálogo sobre fenômenos não identificados.
Série documental e a busca por respostas no universo paranormal
O fascínio de Lovato pelo inexplicável se transformou em um projeto televisivo significativo. Em 2021, ela lançou a série documental Unidentified with Demi Lovato, onde, acompanhada de sua irmã, Dallas Lovato, e de seu melhor amigo, Matthew Scott Montgomery, explorou a Califórnia em uma casa móvel. A equipe buscou ativamente o contato com especialistas, terapeutas e indivíduos que relataram experiências de abdução, aprofundando-se nas narrativas e evidências disponíveis.
Durante a divulgação do programa, a cantora também expressou sua preferência por termos mais respeitosos, como “ETs”, em vez de “alienígena”, que ela considera depreciativo. Essa postura demonstra sua sensibilidade e engajamento com a temática, buscando uma abordagem mais consciente e inclusiva para o debate sobre vida extraterrestre. Para mais informações sobre o tema, você pode consultar a página de Ufologia na Wikipédia.
O inusitado encontro com o sobrenatural em cidade-fantasma
Contudo, um dos episódios mais memoráveis dessa jornada de Demi Lovato pelo sobrenatural não envolveu avistamentos de OVNIs, mas sim um contato com uma entidade fantasmagórica. Durante as gravações da série em uma cidade-fantasma no Arizona, a equipe utilizou detectores de campo eletromagnético, que indicaram a presença de um espírito identificado como “Carmen”, que, segundo as indicações, não se sentia confortável com a presença masculina.
Este evento adicionou uma camada ainda mais pessoal e intrigante à sua exploração do paranormal, mostrando que sua curiosidade se estende além do espaço para o reino dos espíritos.
Um show privativo para o além e a reflexão sobre a experiência
Em uma atitude singular para acalmar a suposta entidade, Demi Lovato realizou uma apresentação privativa a cappella de seu sucesso Skyscraper. Imediatamente após a performance musical, os aparelhos de detecção emitiram sinais intensos, sugerindo uma reação do espírito. Em uma entrevista posterior ao podcast Just Trish, em 2025, Lovato revisitou o episódio.
Ela afirmou sua crença no paranormal, mas também contextualizou o momento, revelando que estava sob efeito de substâncias na ocasião. “Eu realmente acredito no paranormal e eu não negaria isso nunca. O documentário inteiro é sobre eu encontrar alienígenas e fantasmas, e essas coisas divertidas. Mas foi um momento na minha vida em que eu estava fumando muita maconha. Aquilo aconteceu e eu estava muito chapada”, declarou a artista, adicionando uma camada de honestidade e vulnerabilidade à sua narrativa e à sua jornada de autodescoberta e exploração do desconhecido.





