O cantor sertanejo Eduardo Costa, de 47 anos, consolidou um investimento de peso no agronegócio brasileiro. O artista mantém um haras de alto padrão na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, dedicado à criação e ao aprimoramento genético de equinos da raça Mangalarga Marchador. A propriedade, avaliada em cifras milionárias, funciona como um centro de excelência para o setor.
Além de ser um negócio rentável, o local serve como um refúgio pessoal para o músico. Em meio à rotina intensa de shows, o haras oferece o isolamento necessário para que o artista recupere as energias. Recentemente, o espaço tornou-se o cenário onde o cantor buscou conforto para lidar com o luto após a morte de seu amigo, Rick, um episódio que gerou forte comoção entre seus seguidores.
A estrutura da fazenda é projetada para garantir o bem-estar animal e a alta produtividade. O haras conta com baias climatizadas, laboratório genético próprio para a comercialização de sêmen e embriões, além de pistas de treinamento especializadas. O manejo dos animais é realizado por uma equipe técnica qualificada, focada em preparar os cavalos para exposições e competições de marcha.
Mercado de elite e valorização dos animais
Os cavalos criados por Eduardo Costa não são apenas animais de estimação, mas ativos financeiros de alto valor. Em leilões especializados, exemplares com linhagem genética premiada podem ser arrematados por valores que superam a marca de R$ 2 milhões. O cantor também costuma adquirir cotas de cavalos campeões nacionais para fortalecer o plantel de sua propriedade.
Essa estratégia de mercado posiciona o haras do artista como uma referência no agronegócio mineiro. A busca por excelência genética atrai investidores e entusiastas da montaria, consolidando a propriedade como um dos criatórios mais respeitados do país.
Suporte emocional em tempos de perda
Apesar da imponência do haras, o local também foi palco de momentos de vulnerabilidade. Durante o período de luto pela morte do amigo Rick, Eduardo Costa utilizou a tranquilidade da fazenda para processar a perda. Em um desabafo público, o cantor compartilhou com seus seguidores a dor da despedida, chegando a exibir uma última mensagem trocada com o amigo pouco antes do acidente fatal.
“Perda gigantesca, uma dor inexplicável que invade o peito”, escreveu o sertanejo em suas redes sociais. O contato com a natureza e o isolamento geográfico do refúgio mineiro foram fundamentais para que o artista pudesse lidar com o momento difícil, mantendo a transparência com seus fãs sobre o impacto emocional da tragédia.





