O filho da apresentadora Hebe Camargo, Marcello Camargo, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira, 13, para esclarecer boatos recorrentes sobre uma propriedade abandonada em São Paulo. O imóvel, que tem circulado em vídeos na internet como se fosse uma antiga residência da comunicadora, foi alvo de um desabafo do herdeiro.
Marcello negou categoricamente que a casa em estado de abandono tenha pertencido à sua mãe. Segundo ele, o imóvel era de propriedade de Lélio Ravagnani, falecido marido de Hebe, e a família deixou o local definitivamente no ano 2000.
O filho da artista criticou duramente a postura de influenciadores e produtores de conteúdo que invadem a propriedade para gravar vídeos. Ele afirmou que a disseminação dessas imagens falsas sobre o histórico da casa é um incômodo constante para a família.
Invasão e falta de autoridade legal
Marcello ressaltou que a falta de vínculo com o imóvel o impede de tomar medidas judiciais contra as invasões. “A maior prova que não é minha, é que eu não posso processar. Se fosse minha, eu processava”, declarou o filho da apresentadora.
Ele mencionou especificamente o caso de uma produtora de conteúdo que teria invadido o local para gravar uma série de vídeos. O herdeiro lamentou a busca por engajamento digital através da exploração de propriedades alheias.
Histórico imobiliário de Hebe Camargo
Diferente da mansão no Morumbi, a residência oficial de Hebe Camargo nos últimos anos de vida ficava no bairro Cidade Jardim, em São Paulo. Após o falecimento da artista em 2012, o imóvel passou por um processo de partilha entre Marcello e seu primo, Claudio Pessutti.
A propriedade na Cidade Jardim, que possuía cerca de 7 mil metros quadrados, foi vendida em 2023 por R$ 30 milhões. O local era conhecido por abrigar grandes festas e eventos sociais da apresentadora, contando com infraestrutura completa, incluindo piscina e capela privativa.
Hebe Camargo faleceu aos 83 anos, em 2012, vítima de uma parada cardiorrespiratória enquanto dormia em sua residência. A trajetória da apresentadora permanece como uma das mais marcantes da televisão brasileira, o que, segundo Marcello, justifica o interesse público, mas não a desinformação sobre seu patrimônio.





