O meia James Rodríguez, aos 35 anos, consolidou sua trajetória fora dos gramados ao transformar sua paixão pelo café colombiano em um empreendimento de sucesso. O jogador, que brilhou pela seleção da Colômbia na Copa do Mundo de 2026, utilizou o prestígio alcançado no esporte para alavancar sua marca própria, a 10 Coffee, que se tornou um fenômeno comercial durante o torneio global.
Para marcar sua presença no evento esportivo realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, o atleta firmou uma parceria estratégica com a Juan Valdez. A colaboração resultou na campanha “El 10 se prepara con Juan Valdez”, que levou produtos exclusivos aos mercados desses três países. A bebida, composta por grãos 100% colombianos, destaca notas sensoriais de maçã, açúcar mascavo e physalis, homenageando a tradição agrícola de sua terra natal.
A incursão de James no setor não é recente. O interesse do craque pelo mercado cafeeiro começou em 2017, quando adquiriu participação na rede Café Dos Molinos, sediada em Ibagué, cidade onde passou parte de sua juventude. Com o tempo, o atleta assumiu o controle total da empresa, promovendo uma expansão física da marca por diversas regiões colombianas.
Gestão ativa e visão estratégica de James Rodríguez
Diferente de muitos atletas que apenas licenciam seus nomes, James atua como um investidor direto e estrategista. Sua carteira de investimentos é diversificada, abrangendo setores como o imobiliário, bebidas não alcoólicas e a agroindústria. O café, contudo, permanece como o pilar central de seus negócios fora do futebol.
O compromisso do jogador com a cafeicultura possui um impacto social relevante. A produção de café é fundamental para a economia da Colômbia, garantindo o sustento de mais de 500 mil famílias. Ao investir no setor, o meia não apenas diversifica seu patrimônio, mas também fortalece um dos símbolos culturais mais importantes de seu país de origem.





