O músico Roberto de Carvalho, aos 73 anos, abriu o coração sobre a complexa jornada de superação após o falecimento de sua companheira de vida e de palco, a icônica cantora Rita Lee. Em uma entrevista reveladora ao rabino Nilton Bonder, no programa The Business of Life, o artista detalhou como a dor da perda, ocorrida em 2023, evoluiu e se transformou ao longo dos últimos meses.
A jornada de superação e o suporte emocional
Ao abordar o período de luto, Roberto de Carvalho descreveu a fase inicial como um momento de profunda e intensa dor. O músico reconheceu que, embora o sentimento de ausência permaneça, a estrutura de apoio que recebeu foi determinante para que ele pudesse encontrar um novo equilíbrio emocional.
O artista enfatizou que a combinação de acompanhamento profissional, incluindo psiquiatras e psicólogos, somada à prática de orações e ao suporte incondicional de seus filhos e amigos, foi essencial. Segundo ele, esse conjunto de fatores foi o que o conduziu ao estado de estabilidade e serenidade em que se encontra atualmente, permitindo a continuidade de sua trajetória pessoal.
Um novo capítulo afetivo com Lilibeth Monteiro de Carvalho
Em um movimento de renovação, o músico confirmou que está vivendo um novo relacionamento amoroso com a empresária Lilibeth Monteiro de Carvalho, de 69 anos. O casal compartilha uma história de longa data, tendo vivido um romance na juventude e mantido uma amizade sólida ao longo das décadas. O reencontro, que culminou no namoro atual, aconteceu em Paris.
Lilibeth, que foi casada com o ex-presidente Fernando Collor, agora caminha ao lado de Roberto de Carvalho. O músico fez questão de pontuar que a nova relação não apaga a história construída com Rita Lee, com quem viveu por 47 anos. Para ele, a existência de um novo amor é uma “bênção” que coexiste com a saudade eterna.
A coexistência entre o afeto presente e a memória
A fala de Roberto de Carvalho reforça a ideia de que o luto não é um processo linear de esquecimento, mas uma reconfiguração de sentimentos. Ao descrever o momento atual, ele afirmou que a “grande luz” que surgiu em sua vida não invalida, em hipótese alguma, o amor e a dor que ainda nutre pela memória da cantora.
Essa perspectiva oferece uma visão madura sobre a continuidade da vida após perdas significativas. O artista demonstra que é possível honrar o passado enquanto se permite vivenciar novas experiências, mantendo a harmonia entre as lembranças que definiram sua carreira e a vida pessoal e as novas possibilidades que o presente oferece. Para mais detalhes sobre a trajetória do músico, acesse a CARAS Brasil.





