Sucesso absoluto no cenário sertanejo, a dupla Henrique e Juliano acumula números expressivos nas plataformas digitais e uma agenda de shows sempre lotada. No entanto, o estilo de vida dos irmãos vai muito além dos palcos. Enquanto o sucesso musical garante o topo das paradas, a aviação e o agronegócio ocupam o dia a dia dos artistas, que investem pesado em infraestrutura própria.
Juliano, um dos integrantes da dupla, consolidou-se também como piloto de aeronaves. A paixão pelo setor aéreo nasceu por influência do pai, que também atuava na profissão. O cantor, que se define publicamente como aviador, buscou formação técnica em aeroclubes para dominar a prática, evoluindo desde os primeiros voos solo em modelos como o Seneca 2 até a operação de equipamentos mais complexos.
Recentemente, o artista ampliou sua frota pessoal ao adquirir um jato Citation Sovereign+, modelo 2015, avaliado em aproximadamente R$ 80 milhões. A aeronave, buscada nos Estados Unidos no início de 2026, reforça a autonomia da dupla em seus deslocamentos pelo Brasil. O investimento se soma a um histórico de interesse pela aviação que acompanha os irmãos desde 2014, quando compraram sua primeira aeronave.
Infraestrutura na fazenda Terra Prometida
Longe dos palcos, os irmãos mantêm a fazenda Terra Prometida, localizada em Porto Nacional, no Tocantins. Com uma área de 1.306 hectares, o local funciona como um refúgio particular e um centro de operações agropecuárias. O foco principal da propriedade é a criação de gado da raça Nelore, um dos pilares da pecuária de corte brasileira.
A estrutura da fazenda impressiona pela diversidade de recursos. Além de instalações voltadas para o campo, o espaço conta com uma pista de pouso própria, facilitando a logística aérea dos cantores. Para o lazer, a propriedade oferece piscina com borda infinita, lagos para pesca esportiva e até uma pista exclusiva para a prática de drift, demonstrando o gosto dos irmãos pelo automobilismo.
Patrimônio e investimentos dos artistas
O sucesso financeiro de Henrique e Juliano é resultado de um ecossistema que vai além da música. Com uma fortuna estimada em R$ 200 milhões, segundo dados de mercado de 2025, a dupla diversifica seus ganhos entre turnês, direitos autorais, publicidade e investimentos estratégicos no agronegócio. A fazenda, embora exija custos elevados de manutenção, é vista pelos músicos como um ativo de longo prazo, consolidando a transição entre a carreira artística e a gestão de grandes propriedades rurais.





