A atriz Totia Meireles, de 67 anos, abriu o jogo sobre a dinâmica pouco convencional que mantém em seu relacionamento. Casada com o médico Jaime Rabacov desde 1994, a artista atribui a longevidade da união à decisão de viverem em residências distintas desde o início do compromisso.
Para a veterana, o arranjo é fundamental para evitar o desgaste cotidiano e as pressões impostas pelos padrões sociais. Enquanto ela mantém seu apartamento na capital do Rio de Janeiro, o marido reside em um sítio localizado em Miguel Pereira, na região serrana.
Essa configuração geográfica permite que o casal se encontre predominantemente aos finais de semana. Segundo a atriz, a estratégia exige maturidade e confiança, funcionando como uma ferramenta para preservar o desejo e a individualidade de ambos dentro da relação.
Rotina independente e carreira artística
A escolha pelo distanciamento geográfico também se alinha às exigências da profissão de Totia. Com uma carreira consolidada em novelas de grande sucesso, como Caminho das Índias e Salve Jorge, a atriz precisou manter base na capital fluminense para cumprir agendas de gravações e ensaios, enquanto o marido prefere a tranquilidade da serra.
A artista ressalta que essa dinâmica evita conflitos corriqueiros sobre a organização doméstica e manias pessoais. Ao não compartilhar o mesmo teto diariamente, o casal consegue transformar os encontros em momentos de qualidade, focados na companhia um do outro, sem a monotonia da rotina compartilhada.
Exceção durante o isolamento
Embora o modelo de casas separadas seja a regra, o casal abriu uma exceção durante o período de restrições sanitárias. Na ocasião, eles optaram por dividir o mesmo espaço no sítio em Miguel Pereira para garantir a segurança de ambos.
A experiência de convivência forçada ocorreu de forma harmoniosa, segundo a atriz. No entanto, assim que as atividades profissionais foram normalizadas, ambos retornaram ao estilo de vida independente, reafirmando que a distância física é um dos pilares que sustentam a harmonia do matrimônio há mais de três décadas.





