Um dos condenados pelo assassinato da ialorixá e líder quilombola Mãe Bernadete, morreu na madrugada desta quinta-feira (16). Marílio dos Santos, conhecido no submundo do crime como “Maquinista” entrou em confronto com equipes da Polícia Militar na zona rural de Catu, Região Metropolitana de Salvador.
A morte de Marílio ocorre apenas dois dias após ele ter sido condenado, em solo soteropolitano, a 29 anos e 9 meses de prisão em regime fechado. Apontado como o mandante intelectual do crime ocorrido em 2023, ele liderava o tráfico de drogas na região de Simões Filho e teria ordenado a execução da líder quilombola devido à resistência dela às atividades criminosas no território de Pitanga dos Palmares.
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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), a ação policial visava o cumprimento do mandado de prisão expedido imediatamente após o júri popular. Marílio, que figurava como o “Ás de Ouros” do Baralho do Crime — ferramenta que sinaliza os foragidos de altíssima periculosidade no estado —, reagiu à abordagem portando arma de fogo e munições, que foram apreendidas após o embate.



