Um relatório sigiloso da Polícia Federal (PF), elaborado no âmbito dos desdobramentos da Operação Overclean e divulgado pela imprensa nacional, citou o nome do candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, em uma apuração que investiga supostas irregularidades em licitações e contratos públicos do setor de educação no município de Belo Horizonte (MG).
O documento policial alega a existência de contatos entre o ex-prefeito de Salvador e o empresário Marcos Moura em períodos de 2024. Contudo, ao analisar a representação da corporação e o parecer do Ministério Público Federal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, indeferiu os pedidos de busca e apreensão e de bloqueio de bens que haviam sido formulados contra o candidato baiano, concluindo pela ausência de elementos probatórios e indícios suficientes que justificassem tais medidas cautelares contra ele.
Posicionamento oficial da assessoria de ACM Neto
Em nota oficial encaminhada à imprensa, a assessoria de comunicação de ACM Neto rechaçou com veemência o teor do relatório e classificou a divulgação de informações sigilosas como uma manobra com motivações exclusivamente políticas.
“Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas. Trata-se de uma nova tentativa de influenciar na eleição estadual da Bahia”, afirmou a nota oficial do candidato.





