A trajetória da pequena Liz Dorea, moradora de Castro Alves, no Recôncavo Baiano, começou de forma despretensiosa durante uma atividade escolar da Semana do Trabalho. De acordo com o relato de sua mãe, Letícia, a menina recusou fantasias tradicionais e expressou o desejo firme de se vestir como “policial de rua”, o que motivou a família a montar uma farda improvisada com peças emprestadas e adaptadas por amigos.
“Eu perguntei no caminho se ela queria conhecer a polícia e ela respondeu que queria ser policial de rua, policial militar. A gente resolveu tirar uma foto em frente à viatura e publicou sem imaginar a proporção que aquilo tomaria”, relatou.
Após o registro de uma foto simples em frente a uma viatura, a imagem foi publicada nas redes sociais sem qualquer expectativa de repercussão. No entanto, o cenário mudou drasticamente quando o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Antônio Carlos Silva Magalhães, compartilhou a fotografia, transformando a criança em um fenômeno digital com milhares de interações.
Embora Liz não seja filha de policiais militares, sendo sua mãe advogada e seu pai contador, a conexão com o universo militar possui raízes familiares, já que seu pai integra a reserva do Exército Brasileiro. Esse ambiente parece ter influenciado a pequena, que demonstra admiração pela farda e reafirma constantemente sua vontade de seguir a carreira.
Durante encontros com a família, a firmeza de Liz ao declarar que deseja ser “policial de rua” costuma emocionar os presentes, consolidando sua imagem como um símbolo de inocência e representatividade para a instituição. Segundo informações do site Bahia10, o caso exemplifica o poder das redes sociais em dar visibilidade a gestos de admiração genuína.




