Domingo, 25 de outubro de 2026
Polícia

Operação Reino Oculto desarticula esquema de tráfico de armas e drogas em quatro estados

Mais de 250 policiais civis cumprem mandados em Salvador, interior baiano e mais três estados; grupo enviava drogas e armas pelo país

1 min de leitura
Policiais civis em operação contra o tráfico de drogas e armas
Foto: Tony Silva/Ascom-PCBA

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Reino Oculto, para desarticular um esquema interestadual de tráfico de armas, drogas e lavagem de capitais. Mandados judiciais estão sendo cumpridos em 23 bairros de Salvador e Região Metropolitana, em dois municípios do interior baiano e em seis cidades de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe.

As ações contam com mais de 250 policiais civis e apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MPBA).

Grupo movimentou mais de R$ 4 milhões

As investigações, iniciadas em março deste ano, identificaram práticas de tráfico de drogas e associação, organização criminosa, comércio, posse e porte ilegais de armas de fogo e munições, além de lavagem de dinheiro.

Segundo a Polícia Civil, o grupo movimentou mais de R$ 4 milhões e dividia as funções em núcleos de comando, gestão financeira, armazenamento, logística, distribuição e revenda de drogas, além de fornecimento de armas.

Drogas eram enviadas para três estados

Ainda de acordo com a apuração, os criminosos enviavam drogas para São Paulo, Espírito Santo e Sergipe, além de negociar armas de fogo e munições de calibre 5,56. O transporte do material era feito por meio de uma empresa de fachada.

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Operação reúne diversos departamentos da Polícia Civil

As investigações foram conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). A ação conta com a participação da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) e de diversos departamentos da Polícia Civil, entre eles o Depom, Depin, DIP, DHPP, Draco, Denarc, DPMCV, Core e o Departamento de Polícia Técnica (DPT), além das polícias civis de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe.

Sobre o autor

Magno Araujo

Magno Araujo é jornalista formado pela Estácio. Atua na cobertura política e, recentemente, passou a explorar também o jornalismo esportivo, com atenção especial as pautas do Recôncavo Baiano.

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