Polícia Civil recolhe 24 mil fogos ilegais em Catu
Polícia Civil apreende 24 mil fogos de artifício ilegais e artesanais em Catu durante a Operação em Chamas. Veja os riscos e os detalhes da ação.
Resumo da notícia
- Uma grande quantidade de explosivos ilegais foi retirada de circulação nesta terça-feira (9), no município de Catu, na Região Metropolitana de Salvador.
- A Polícia Civil da Bahia apreendeu cerca de 24 mil unidades de fogos de artifício artesanais que eram comercializados sem nota fiscal.
- O flagrante ocorreu no âmbito da Operação em Chamas, deflagrada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC).
- A comercialização desses produtos sem a devida vistoria representa um grave risco de acidentes e incêndios para a população da região.
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⚠️ DIRETO AO PONTO
- Grande apreensão: Cerca de 24 mil fogos de artifício artesanais e sem nota fiscal foram recolhidos no centro de Catu, na Região Metropolitana de Salvador.
- Fiscalização intensificada: A ação ocorreu durante a “Operação em Chamas”, coordenada pela Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC).
- Risco à comunidade: O estabelecimento comercial não possuía autorização para vender os explosivos e funcionava de forma irregular.
Uma grande quantidade de explosivos ilegais foi retirada de circulação nesta terça-feira (9), no município de Catu, na Região Metropolitana de Salvador.
A Polícia Civil da Bahia apreendeu cerca de 24 mil unidades de fogos de artifício artesanais que eram comercializados sem nota fiscal.
A ação foi executada pela Delegacia Territorial de Catu (DT/Catu), como parte das diretrizes nacionais de segurança para o período junino.

O flagrante ocorreu no âmbito da Operação em Chamas, deflagrada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC).
Entre o material perigoso apreendido no centro da cidade, os agentes contabilizaram 1.000 bombas de cordão Nº 6 e mais de 23 mil bombas de papel.
Também foram recolhidas 163 bombas de cordão tradicionais, 59 bombas prensadas, 132 rojões e 360 artefatos conhecidos popularmente como “espadinhas”.
A comercialização desses produtos sem a devida vistoria representa um grave risco de acidentes e incêndios para a população da região.
Todo o material foi encaminhado para a sede da unidade policial de Catu, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
De acordo com as autoridades, o comércio não tinha a licença obrigatória da CFPC, e o proprietário foi notificado a regularizar a situação.





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Sobre o autor
Magno Araujo é jornalista formado pela Estácio. Atua na cobertura política e, recentemente, passou a explorar também o jornalismo esportivo, com atenção especial as pautas do Recôncavo Baiano.





