
PIB brasileiro deve crescer apenas 1,6% em 2026 segundo nova projeção da CNI
CNI reduz projeção de crescimento do PIB brasileiro para 1,6% em 2026, refletindo desaceleração na indústria e nos serviços.
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109 notícias desde 15/05/2025 · atualizado em 28/10/2026 às 17h12

CNI reduz projeção de crescimento do PIB brasileiro para 1,6% em 2026, refletindo desaceleração na indústria e nos serviços.
Prévia da inflação oficial, o IPCA-15 fechou outubro em 0,32%, influenciado pela alta nos preços dos alimentos e alívio na conta de luz.
FMI projeta crescimento de 2,2% para o PIB do Brasil em 2026. Relatório aponta juros altos e incertezas globais como desafios para a economia.
Boletim Focus aponta que mercado financeiro elevou a previsão da inflação para 2026 a 5,22%, acima do teto da meta estabelecida pelo governo.
Dólar recua para R$ 4,98 e Ibovespa bate recorde histórico aos 209 mil pontos, impulsionado pelo otimismo pós-eleições e fluxo de capital externo.
O INPC subiu 0,82% em setembro, atingindo 4,29% em 12 meses. O índice é a principal referência para reajustes salariais e benefícios no Brasil.
O Banco Central criou um novo indicador mensal para monitorar reajustes salariais e seu impacto real frente à inflação em todo o Brasil.
Mercado eleva projeção da inflação para 2026 no Boletim Focus. Estimativa de 5,01% supera teto da meta e PIB sofre leve redução.
Dólar sobe 0,97% e fecha a R$ 5,224 em dia de tensão global. Ibovespa avança com Petrobras e petróleo dispara após conflitos no Oriente Médio.
O dólar caiu 0,76%, cotado a R$ 5,17, enquanto o Ibovespa subiu 1,37% em um dia de otimismo nos mercados globais após dados de inflação dos EUA.
Dólar atinge R$ 5,22 em 28 de setembro de 2026, maior nível em quase seis meses, impulsionado por turbulências globais. Bolsa recua.
Prévia da inflação oficial, o IPCA-15 subiu 0,70% em setembro, impulsionado pelo fim do bônus na conta de luz e alta nas passagens aéreas.
Dólar fecha em alta de 0,47% a R$ 5,19, pressionado por juros nos EUA e incertezas fiscais. Ibovespa recua quase 1% em dia de aversão ao risco.
O Copom reduziu a taxa Selic para 13,75% ao ano, citando a desaceleração da economia e o controle da inflação como fatores decisivos para o ajuste.
O mercado financeiro reduziu a projeção da taxa Selic para 13,50% ao final de 2026, sinalizando expectativa de novos cortes nos juros básicos.
O programa Bolsa Família será reajustado em 15% a partir de outubro de 2026, com valor mínimo de R$ 691 e médio de R$ 777.
Entidades industriais e sindicais criticam corte de 0,25% na Selic, classificando a redução como tímida e insuficiente para estimular a economia.
Mercado financeiro espera que o Copom reduza a taxa Selic para 13,75% nesta semana. Confira as projeções para inflação e PIB no Boletim Focus.
O INPC registrou deflação de -0,32% em agosto, influenciando o reajuste de salários e benefícios. Entenda o impacto e as diferenças com o IPCA.
A inflação oficial do Brasil caiu 0,32% em agosto, impulsionada pelo Bônus de Itaipu e queda nos alimentos. Veja os dados do IPCA divulgados pelo IBGE.
Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 5% em 2026. Confira as expectativas para o IPCA, taxa Selic e o crescimento do PIB brasileiro.
Boletim Focus indica redução nas projeções de inflação e PIB para 2026, com dólar e Selic mantendo estabilidade nas estimativas do mercado.
Dólar sobe a R$ 5,19 após discurso do presidente do Fed. Ibovespa mantém alta e registra oitava sessão consecutiva de ganhos no mercado financeiro.
O IPCA-15 de agosto recuou 0,40%, o menor índice desde 2022, impulsionado por descontos na energia elétrica e queda nos preços dos alimentos.
Governo projeta salário mínimo de R$ 1.741 para 2027. Valor será incluído no orçamento e depende do INPC para ser consolidado pelo Congresso.
Mercado financeiro reduz projeção do PIB para 2026, enquanto inflação e taxa Selic seguem estáveis segundo o Boletim Focus do Banco Central.
Dólar fecha a R$ 5,17 e Ibovespa sobe 0,90% após anúncio de recompra de títulos pelo Tesouro dos EUA aliviar pressão sobre os juros globais.
Monitor do PIB da FGV aponta crescimento de 0,3% no segundo trimestre de 2026, indicando desaceleração da economia brasileira frente ao início do ano.
Boletim Focus aponta estabilidade nas projeções de inflação, juros e PIB para 2026. Confira os detalhes das estimativas do mercado financeiro.
comércio - Vendas no varejo sobem 0,5% em junho e acumulam alta de 1,9% no semestre, impulsionadas pela desaceleração da inflação e aumento do emprego.
Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, citando desaceleração da inflação, mas mantém postura cautelosa frente aos riscos fiscais e externos.
Com queda para 0,07% em julho, a inflação oficial do Brasil volta a ficar dentro da meta do governo, acumulando 4,44% nos últimos 12 meses.
Mercado financeiro reduz expectativa para a inflação de 2026 para 5,02%. Dados do Boletim Focus mostram ajustes no PIB e manutenção da Selic.
Dívida pública brasileira cresce devido a juros altos, não gastos, explica ministro da Fazenda, destacando a rolagem de títulos.
Entidades industriais e sindicais avaliam que o corte da Selic para 14% é insuficiente para impulsionar a economia e o setor produtivo nacional.
O Copom reduziu a taxa Selic para 14% ao ano. Decisão marca o quarto corte consecutivo na tentativa de controlar a inflação e estimular a economia.
O Comitê de Política Monetária (Copom) inicia sua reunião para definir a Taxa Selic, com o mercado já ajustando expectativas para os juros.
O Copom iniciou reunião para definir a taxa Selic. Mercado projeta novos cortes após melhora nas expectativas para a inflação de 2026.
Mercado financeiro reduz expectativa para a Selic em 2026 para 13,75%. Inflação também apresenta queda nas projeções do Boletim Focus.
Dólar encerra julho com queda de 1,82%, impulsionado por tensões e juros. Ibovespa e petróleo registram fortes altas no mês.